Ao som do vento rasgado pelo trovão, desfaço sonhos iluminados pelos raios... desarrumo ideias, enquanto chove lá fora e no meu olhar. Procuro uma palavra ou um ombro quente perdidos na tempestade. Novembro/95
¶ 8:17 a.m.
Comments:
Quantas vezes assim me sinto, que fazer quando tudo nos dói tanto e não sabemos para onde nos virar, a que tábua de salvação nos podemos agarrar. Naufragar na corrente que nos arrasta a vida é uma dor que sós nós próprios sabemos avaliar.